Brasília (DF), Dezembro/2000
Ano Santo Jubilar
Final do 2º Milênio da Era Cristã
NATAL/2000 - UM CONVITE À REFLEXÃO
1. Por que havemos de odiar e desprezar aos nossos semelhantes? O egoísmo, a vaidade e o orgulho são mal que afligem a humanidade. O poder é uma doença que conturba e transtorna as pes-soas e as nações! Neste mundo existe lugar ao sol para todos. A terra (Natureza), que é boa, fértil e possui riquezas naturais incomensuráveis e inimagináveis, pode prover todas as nossas necessidades para sobrevivermos saudáveis e felizes. Basta sermos gratos e zelarmos por esta dádiva Divina que é a Natureza, da qual pouco ou quase nada conhecemos, nos interessamos e usufruimos.
2. O ódio, o egoísmo, o desprezo, a arrogância, a ganância, a vaidade e o orgulho, o desrespeito às pessoas, aos Direitos Humanos, à Auto-Determinação dos Povos e à Soberania da Nações, o po-der e a prepotência são sentimentos, atitudes e vícios que corroem o coração dos seres humanos e afligem a humanidade, desencadeando e perpetrando ódio, guerras, desarmonias, desentendimentos, desamores, desafetos, desesperos, calamidades, destruições no mundo todo, enfim, um ciclo pernicio-so tanto para nós que vivemos no mundo atual, no final do segundo milênio da era cristã, como para os nossos descendentes e semelhantes que nascerão nas próximas gerações e farão parte da história da humanidade.
3. Violência gera violência, já dizia um dos grandes mestres da fraternidade mundial: Mahatma Ghandi. Ódio gera ódio. Somente o amor, a caridade, a solidariedade, a fraternidade e a educação, em todos os ângulos do conhecimento, serão capazes de mudar e melhorar o mundo em que vivemos, onde estamos de passagem para cooperarmos com as obras de Deus, crescermos e evoluirmos em todos os ramos do conhecimento universal, purificarmo-nos na busca da integridade material, moral, ética e espiritual e seguirmos na grande viagem espiritual para a felicidade suprema na eternidade, ao lado do nosso Pai Celestial, Supremo Criador: Deus Pai, Todo-Poderoso.
4. O mundo em que vivemos é muito grande e possui riquezas incomensuráveis e inimagináveis, mas ignoramos tudo isso. Pretensiosamente preferimos buscar conhecer o Universo e sua origem, infinitamente maior que o nosso planeta, do que conhecê-lo melhor para desenvolvermos e explorar-mos as belezas e riquezas potenciais de alimentos para uma vida saudável, tranqüila e de bem-estar. A terra é uma grande escola para todos nós e temos a obrigação de ensinar os caminhos do bem a todos e jamais destruir as obras do nosso Criador. A Natureza é perfeita, tem tudo a nos oferecer para suprir todas as nossas necessidades por toda nossa existência, inclusive com remédios fitoterápi-cos para cura definitiva ou estagnação de doenças, mas não somos responsáveis e nem dignos Dela, pois estamos a destruí-la no nosso dia-a-dia e, como num ato suicida, de auto-destruição, estamos caminhando para um colapso na perpetuação do nosso planeta terra, que está agonizando, e das di-versas formas e espécies de vida nele existentes. Os excessos egoístas e tacanhos do homem e a sua tentativa de subjugar a natureza prenunciam um futuro sombrio para o planeta em que habitamos.
5. Estamos matando os nossos irmãos com as guerras, promovendo a discórdia entre as na-ções, faturando rios de dinheiro com a venda e utilização de armas letais – químicas, biológicas e nu-cleares – e contrabando de drogas, destruindo de forma irreversível as riquezas naturais do planeta, seus ecossistemas e biodiversidades, dos quais dependemos para sobreviver, com a contaminação de rios, lençóis freáticos e mananciais de água potável, a poluição da atmosfera com fumaças de fábricas, queimadas e motores diversos, o uso de agrotóxicos, depósitos de lixos nucleares e radioativos, va-zamentos de petróleo e outros produtos químicos e nucleares nos rios, mares e oceanos, exterminan-do algumas espécies da fauna e flora da Criação Divina e, o que é pior, inacreditável e inconcebível, com a detonação de bombas atômicas, nucleares, bacteriológicas, de hidrogênio, de Hélio etc., no afã da conquista do poder materialista, o que podem determinar, num futuro próximo, a desintegração a-tômica, a pulverização, a total exterminação da raça humana e do seu habitat, sem deixar qualquer sinal de sua existência neste planeta, sequer um rastro de poeira cósmica no Universo que compomos.
6. Todos somos seres da criação de Deus, inclusive os animais, mas, para sermos filhos, preci-samos seguir as Leis Divinas, do Nosso Pai Criador, inclusive e principalmente as leis da natureza. Os animais irracionais vivem e convivem no mesmo ambiente e não destroem a natureza, apenas se utilizam e beneficiam do que Ela lhes oferece para a sobrevivência e perpetuação da espécie, consu-mindo apenas aquilo de que necessitam para se manterem vivos, sem excessos nem desperdícios. A única lei que “conhecem”, seguem e respeitam à risca é a lei da sobrevivência, imposta pela própria natureza, devido às condições do habitat em que vivem, invadido e ameaçado pelos humanos. Orga-nizam-se, criam e definem suas próprias regras de convívio em casais, famílias, grupos, manadas etc., dando-nos um belíssimo exemplo de organização, vida comunitária, respeito às suas próprias leis e harmonia com a natureza.
7. Conscientizemo-nos, pois, do nosso papel como seres humanos, únicos seres da criação do-tados de racionalidade, consciência e sentimentos, fazendo uso da razão e emoções, façamos uma reflexão, um minuto de concentração e meditação, um exame de consciência: será que estamos agin-do de acordo com as Leis Divinas? Estamos amando e respeitando os nossos irmãos e semelhantes do jeito que eles são, sem desprezá-los? Estamos nos preocupando com os nossos irmãos, pratican-do o amor, a caridade, a solidariedade e a fraternidade universal? Estamos respeitando a Mãe Natu-reza e suas Leis, preservando, conservando e protegendo seus recursos naturais, dos quais depen-demos e nos beneficiamos? Estamos agindo sem corrupção, sem usura, sem ódio, sem egoísmo, sem arrogância, sem ganância, sem desprezo, sem prepotência, sem traição, sem vaidade, sem orgu-lho, sem luxúria, com justiça para com os nossos semelhantes e sem desrespeito às pessoas e aos Direitos Humanos?
8. Devemos, pois, praticar a caridade, a solidariedade, a fraternidade, sermos honestos conosco mesmo e com os nossos semelhantes, amarmos uns aos outros como irmãos de uma verdadeira e grande família fraterna que somos, pois, afinal, somos todos filhos da mesma Criação do Pai Celestial, Supremo Criador e Mantenedor do Universo, que tudo pode e nada sem Ele é possível. Enfim, deve-mos amar sem restrição os nossos semelhantes e aceitá-los sem julgamentos e críticas como eles são. A nossa personalidade, assim como o nosso corpo, é um veículo da nossa evolução pessoal. Portanto, devemos primar pelos valores éticos, morais e de caráter.
9. Vamos, cada um de nós, fazer a nossa parte e cumprir com o nosso dever fraterno, ajudando aos nossos irmãos. Se fazer a nossa parte for uma gota no oceano de nossas realizações, sem essa gota certamente este oceano será menor, pois ela pode até mesmo ser um oceano, sim, para muitos de nós, que precisamos uns dos outros! Reflitamos, pois, e verifiquemos se esta não é a gota que falta em nossas vidas: ajudar ao próximo de forma espontânea, voluntária, gratuita e verdadeira, ainda que seja com um simples gesto de humildade e solidariedade, um sorriso amigo ou uma palavra de consolo, conforto e esperança. Conhecedores da importância de Deus em nossas vidas, sabemos o quão importante é a colaboração de todos, principalmente de quem pode ou sabe mais, aos mais necessitados e carentes de ajuda.
10. O Comandante Supremo é sempre Deus, que na sua infinita bondade e misericórdia enviou filhos iluminados como Jesus Cristo (para os cristãos), Maomé (para os muçulmanos), Krishna (para os indianos), Buda (para os asiáticos) etc., para nos transmitir mensagens de paz e amor, ensinamen-tos e o caminho que nos conduzirá a Ele, nosso Criador, o Grande Arquiteto do Universo. Deus ja-mais abandonou seus filhos, que somente nos lembramos Dele na hora da dor, do desespero, das aflições e necessidades. Somos ingratos, mas, mesmo assim, Ele, na sua infinita bondade e miseri-córdia, nos fez criaturas humanas, racionais, dotadas de inteligência, razão, discernimento, consciên-cia, equilíbrio, vontades, desejos, sentimentos, emoções e, inclusive, livre-arbítrio, para acreditarmos ou não na existência d’Ele. Os que não acreditam Nele são ateus ou agnósticos e não foi por acaso que assim os fez, pois “o acaso” é o pseudônimo de Deus.
11. Como seres humanos e cristãos que somos, independentemente do credo ou convicção reli-giosa que professamos, na qualidade de habitantes da terra e responsáveis pela evolução da humani-dade e sua continuidade no planeta, temos a obrigação de disseminar o conhecimento universal aos nossos semelhantes e o dever moral e ético de praticar o bem e as boas virtudes como o perdão, o agradecimento, a proteção, o hábito da oração e a comunhão com a Natureza, conforme melhor des-critas nos itens a seguir.
12. O Perdão, que é um ato de clemência, misericórdia, benevolência, complacência, bondade, compaixão, extrema beleza, desprendimento e extrema virtude de quem o concede, perdoando seu semelhante, e serve para absolvição, desculpa e remissão de pecados, penas, culpas, ofensas, mal-dades, dívidas etc. de quem é perdoado. É também um ato de humildade, respeito, modéstia, sub-missão e reverência de quem o solicita. A oração Pai-Nosso já suplica: “...perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido...” e a oração de São Francisco anuncia: “...é perdoando que se é perdoado...”.
13. Portanto, devemos ser misericordiosos, benevolentes, complacentes e bondosos praticando o ato do perdão, concedendo-o a quem nos ofende e dele necessita, independentemente de nos ser solicitado. Igualmente, devemos ser humildes e pedir perdão às pessoas a quem devemos e ofende-mos por pensamentos, palavras, atitudes, ações ou omissões. A misericórdia tem o poder Divinal de suspender os efeitos do sofrimento do devedor, ofensor ou pecador, pois é um ato de ajuda à quem necessita, do ofendido à quem ofendeu. Por isso, quando temos a misericórdia de alguém e o ajuda-mos, a pessoa se sente mais aliviada em sua vida e a recomeça mais rápido. A misericórdia é uma necessidade de quem sofre as conseqüências de seus erros e, portanto, é solicitada. Todavia, a Gra-ça Divina é uma bênção que alcançamos, conquistamos por merecimento, em função das ações que praticamos em vida. Ou seja, a Misericórdia é uma necessidade enquanto que a Graça é uma dádiva.
14. Devemos, diariamente, reconhecer e assumir os nossos erros e falhas, arrepender-nos humil-demente por tê-los cometido, confessá-los à Deus e pedir-lhe o seu perdão e a sua proteção para que não mais os cometamos, dizendo: “Senhor Jesus, Senhor meu Deus, reconheço, assumo e vos con-fesso os meus pecados, os quais já os sabeis, suplicando-vos que me perdoe por tê-los cometido e me proteja para que eu não mais os cometa. Amém, Jesus, Maria e José!”.
15. Sempre que ofendermos alguém de alguma forma, ainda que por omissão, ou com ele esti-vermos em dívida, devemos reconhecer e assumir os nossos pecados, culpas, maldades, dívida ou ofensas, conforme o caso, e arrepender-nos humildemente por tê-los cometidos ou nos omitidos de ajudá-los quando mais precisaram e pedir-lhes desculpas e perdão por todas as nossas ofensas, erros e omissões cometidos.
16. Agradecimento: Devemos diariamente, ao levantar e ao deitar, agradecer à Deus pelo Dia que tivemos e pela Noite que iremos dormir, juntamente com nossos familiares, entes queridos, parentes e amigos, conforme a seguir:
a) Ao levantar: “Obrigado Senhor Jesus, muito obrigado Senhor meu Deus, Pai Celestial, Su-premo Criador, agradeço-vos com o meu muito obrigado pela traquila e bem dormida noite que tivemos eu e meus familiares e por este lindo e maravilhoso dia que se inicia com mui-ta luz, vida e saúde para todos nós. Peço-vos que nos conceda um dia cheio de muita paz, amor e harmonia, saúde, felicidade, conforto, prazer e alegria, que tenhamos muita luz, muita energia positiva e mantenhamos o nosso equilíbrio material, mental, moral, emo-cional e espiritual e sejamos todos eternos merecedores da misericórdia Divina, para que possamos trabalhar em prol da humanidade, pela sua evolução e continuidade, praticando o amor, a justiça, a caridade, a solidariedade e a fraternidade universal, e alcancemos a Graça de Deus com uma Bênção Divina. Amém, Jesus, Maria e José!”;
b) Ao deitar: “Obrigado Senhor Jesus, muito obrigado Senhor meu Deus, Pai Celestial, Su-premo Criador, agradeço-vos com o meu muito obrigado pelo lindo e maravilhoso dia que tivemos eu e meus familiares, com muita luz, vida e saúde para todos nós e por esta linda e traquila noite que se inicia com muita paz e sossego junto ao meus entes queridos. Pe-ço-vos que nos conceda uma noite cheia de muita paz, amor e harmonia, saúde, felicidade, conforto, prazer e alegria, que tenhamos muita luz, muita energia positiva e mantenhamos o nosso equilíbrio material, mental, moral, emocional e espiritual e sejamos todos eternos merecedores da misericórdia Divina, para que possamos trabalhar em prol da humanidade, pela sua evolução e continuidade, praticando o amor, a justiça, a caridade, a solidariedade e a fraternidade universal, e alcancemos a Graça de Deus com uma Bênção Divina. A-mém, Jesus, Maria e José!”.
17. Proteção: Sempre que sairmos de casa e nos deslocarmos num trajeto, por mais tranquilo que este possa ser ou parecer, devemos pedir a proteção de Deus, rogando-vos para que o nosso percur-so transcorra na mais perfeita ordem, paz, harmonia e tranquilidade e cheguemos ao nosso destino em paz e salvamento, são e salvos, dizendo: “Deus me guie, me ilumine e me proteja no trajeto que farei e me leve ao meu destino em Paz e Salvamento. Amém, Jesus, Maria e José!”.
18. Hábito da Oração: O coração humano anseia instintivamente por comunhão com Deus, Pai Celestial, Supremo Criador. Desejamos nos comunicar com o nosso Criador. A oração é um meio de comunicação com Ele, é uma forma de nos comunicar com Deus, de falar-Lhe e ouví-Lo, enfim, de conversar com Ele e pedir ajuda para resolver os nossos problemas, de transformar nossas vidas. Orar é ficar de frente com Deus e conversar com Ele. A oração estabelece e aprofunda nosso relacio-namento pessoal com Deus. Na oração o homem se encontra com Deus e consigo mesmo, enxerga sua própria realidade sob o ângulo Divino. A oração alimenta o sentido da vida humana, da existência e é, antes de mais nada, vida pura. Nossa vida deve ser uma constante oração, um eterno louvor à Deus, nosso Criador. A oração é o alimento da nossa alma, sem ela ficaremos fracos e famintos, sem forças para suportarmos a nossa tarefa-missão na terra.
19. Desse modo, devemos sempre cultivar o salutar e edificante hábito da oração pois, assim co-mo sentimos fome, sede e temos necessidade de nos alimentarmos, nosso espírito também sente falta e necessita de oração. O alimento do espírito é a Prece, a Oração, que nos fortalece e nos revigora sempre que oramos/rezamos. Como bons cristãos, devemos sempre perseverar no hábito da oração, orando conforme a seguir:
a) diariamente, fazer uma corrente de oração, ao seu próprio modo, em intenção do nosso an-jo de guarda;
b) diariamente, fazer uma corrente de oração, ao seu próprio modo, em intenção e benefício dos nossos entes queridos, parentes e amigos;
c) diariamente, rezar um terço em intenção da Paz Universal, no mundo, em seus países e entre eles, nos planetas e contra as guerras;
d) pelo menos uma vez ao mês, rezar uma missa em intenção de todos os seres desencarna-dos na Humanidade; e
e) pelo menos uma vez ao mês, rezar o Santo Rosário (três terços) em intenção e benefício da humanidade, pelo seu conhecimento, evolução e continuidade.
20. Comunhão com a Natureza: devemos preservar a Natureza e todos os seus recursos naturais – a água: os igarapés, os rios, os mares e oceanos, os lençóis freáticos, não desperdiçando água nas torneiras, vazamentos e lavagens desnecessárias, não derramando óleos combustíveis nos meios fluviais, não desmatando as matas ciliares; o ar e a atmosfera: não poluindo com fumaças de queima-das e outras formas de combustão; a terra e os minerais: não provocar erosões em busca de riquezas minerais como ouro, prata, pedras preciosas, carvão, gás, petróleo etc., que podem provocar o dese-quilíbrio da pressão atmosférica do planeta, selecionar lixos para não sujar, não poluir, nem contaminar o meio-ambiente, praticar a criação de animais de forma sustentável, principalmente a pecuária, evi-tando a compactação e ressecamento do solo e sua conseqüente desmineralização e desertificação, prejudicial à vida de qualquer ecossistema; a flora e a fauna: praticar o reflorestamento permanente-mente, não cortar árvores desnecessariamente e se o fizer replantá-las, não fazer queimadas, princi-palmente aquelas que possam fugir ao nosso controle e incendiar florestas e matar muitos animais indefesos, prejudicando a fauna, a flora e outros reinos, ricos e abundantes, que estão à nossa dispo-sição, e não fazer guerras, que só destroem a natureza e sua contida humanidade. Tudo isso certa-mente alterará nossa qualidade de vida e as condições de sobrevivência no planeta, causando secas com a mudança gradativa da temperatura, aumentando o nível das águas dos mares e oceanos com o degelo das regiões glaciais, o “tempo” ficará cada vez mais violento e serão intensificados os ventos (furacões, tufões, vendavais, maremotos, terremotos, ciclones etc.), as chuvas e suas conseqüências (enchentes, alagações, desabamentos de prédios e residências, desbarrancamentos etc.), os trovões e suas descargas elétricas perigosas, as tempestades de vento, de granizos e até de pragas, agravan-do os problemas nas plantações e suas colheitas, causando escassez de alimentos e elevação dos preços e piorando a sobrevivência da humanidade.
21. Assim, devemos praticar o Amor Universal e não o ódio, a atenção, cumplicidade, solidarieda-de, caridade e a ajuda mútua em vez do desprezo, difundir a paz, a harmonia, o amor, a verdade e a justiça, pois, se alguns não foram punidos pelos seus atos desunamos e atrozes contra a humanidade, com certeza não ficarão impunes perante as Leis Divinas: o perdão será apenas um atenuante, pois, mesmo perdoados, prestarão contas dos seus erros e omissões de ajuda, terão que se explicar peran-te Deus. O perdão apenas nos exime do castigo da vingança, pois quem não perdoa é vingativo, mas jamais nos livra da prestação de contas, das explicações, até mesmo por questão de justiça com quem tem menos contas e explicações a prestar. Deus não é, jamais foi ou será vingativo, perdoa-nos a todos e, portanto, não castiga ninguém, mas alerta-nos quando não agimos corretamente.
22. A assertiva ideal seria: Por que odiar e desprezar aos nossos irmãos e semelhantes se pode-mos amá-los, ajudá-los e, juntos, sermos felizes? Por que sermos egoístas, vaidosos, orgulhosos e desumanos se podemos compartilhar tudo com os nossos irmãos, solidariamente? Por que lutarmos pelo poder material, que é passageiro e não levamos conosco, pois dura enquanto vivemos, quando podemos ter um Poder Eterno e infinitamente maior: a fé em Deus, que tudo pode nos propocionar, e o amor que é a “arma” mais poderosa e move tudo no universo? Porque destruir a Natureza se dela precisamos e dependemos para sobrevivermos e devemos preservá-la em nosso próprio benefício? Vale à pena refletirmos, pois nunca é tarde para mudanças, principalmente quando estas mudanças nos proporcionam crescimento pessoal e espiritual!
23. Às vezes, precisamos deixar o orgulho e a vaidade de lado e recorrer à ajuda de outras pes-soas, ainda que não as gostamos ou as simpatizamos, para que possamos então fazer algo efetiva-mente por alguém: esta atitude se chama amor. Cabe às pessoas a quem recorremos fazer o possí-vel para ajudar ao próximo, ao que chamamos solidariedade. Coloquemo-nos no lugar dessas pesso-as que recorreram a nós e façamos nossa parte, pois isso se chama consciência. Se ninguém nos procurar pedindo-nos ajuda, ainda assim, tomemos a iniciativa de ajudar aos nossos semelhantes, sem que nos solicitem, pois, às vezes, estão sem forças e sem condições (física, moral, mental, psico-lógica, emocional, espiritual etc.) ou impossibilitados de nos pedir qualquer auxílio ou socorro. Este ato espontâneo e voluntário é a Fraternidade Universal.
24. Conhecê-lo, caro amigo, foi o melhor dos últimos acontecimentos, mas conquistar e manter a sua sincera e especial amizade, verdadeira, sincera, franca e aberta está sendo melhor ainda e convi-ver com alguns no dia-a-dia é um grande prazer e motivo de muitas alegrias e grande satisfação. Que a luz que se acendeu no dia dos nossos nascimentos possa iluminar não somente os nossos cami-nhos, mas também os de todos os nossos familiares, entes queridos, parentes e amigos, enfim, de todos os nossos semelhantes existentes na humanidade.
25. Finalmente, é com grande carinho e satisfação que lhes desejo do fundo do coração um feliz Natal e um Próspero Ano Novo, repleto de muitas felicidades alegrias e grandes realizações, almejan-do que Deus nos conceda, conforme sua vontade, segundo o nosso merecimento, um novo ano, sécu-lo e milênio vindouro cheio de muita paz, amor, harmonia e justiça, saúde, felicidade, conforto, prazer e alegria, que tenhamos muita luz, muita energia positiva e mantenhamos o nosso equilíbrio material, mental, moral, emocional e espiritual e sejamos todos eternos merecedores da misericórdia e graça Divinas, para que possamos trabalhar em prol da humanidade, pela sua evolução e continuidade, pra-ticando a justiça, a caridade, a solidariedade, a fraternidade e o amor universal, para a elevação e o despertar da nossa consciência, em busca do Conhecimento Superior.
São os sinceros Votos de
Francisco Ribeiro Nogueira e Família
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